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Lula no 2º turno

Essa foto significa, para mim, o que está acontecendo com o Lula nos debates deste segundo turno.
Mas, apesar do que ele fez e não fez durante o governo atual, acredito que eu tenha um enfarte antes da contagem dos votos.
Sintam-se à vontade para comentar...

Escrito por Dr. Di às 20h03
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A piada do dia...
O sortudo do post anterior entrou hoje para a lista dos infelizes que costumam me barrar no meu horário de almoço. Parabéns para ele.
São 20h48 e eu acabei de encontrar o texto da mensagem "O Sortudo", publicada agorinha pouco aqui no remedio.
Voltando no tempo...
19h15 - Eu estava chegando na faculdade;
19h - Eu saía de casa;
18h50 - Eu começava a jantar
18h30 - Eu entrava no banho
18h05 - Eu saía do trabalho, imundo e fedido.
16h - Eu pensava porque não é domingo? Porque eu não estou na minha cama, dormindo?
11h50 - Após quase 200m de caminhada, eu chegava ao refeitório da empresa, quando avistei mais uma comitiva política decidida a interromper aquele momento de descanso (entre o relógio-ponto e a fila do refeitório, que já contava com mais umas 40 pessoas desanimadas, aguardando que a fila ande para comer: o alface de sexta (bem picadinho, para parecer do dia), cenoura azeda, feijão beeeem aguado, arroz "unidos venceremos" e dois modestos pedacinhos de carne de frango (que, a propósito, nem está tão cara a ponto de ser tão pouca)) (acho que exagerei nos parênteses, para variar).
Como eu descrevia...
Estava lá a comitiva de um deputado muito sortudo (ver mensagem anterior e, se possível, comentar esta e aquela). Recebi um pequeno pedaço de papel, com uma foto, uns números, um nome e nenhuma proposta (pra variar). Logo em seguida viria o rotineiro aperto de mão. Ele posicionava-se para a parte crucial daquele ritual politicioso e, de repente, a minha mão parou à vista do candidato (à vista, significa na altura dos olhos dele). Em um segundo movimento, cinco dedos sujos de graxa (isso que eu lavei BEM as mãos) transformaram o pequeno "santinho" em uma simpática bolinha de papel.
O deputado hesitou por um momento (digo deputado, porque ele está no final de um mandato e acredita em um próximo pleito) e em seguida apertou a minha mão, sabendo que aquela mão, há pouco, amassou a cara dele (de certo modo) resumindo tudo que ele representa politicamente nesse momento (nome, números e uma imagem) à aquilo que a maioria dos políticos representa para mim: LIXO.
Lixo que, por sinal, guardei no bolso até encontrar um lixeiro. LIXEIRO: LOCAL APROPRIADO PARA COLOCAR LIXO.
Pena que ele não pode aparecer na lista dos que eu não espero que sejam eleitos.
Mas, todos merecem essa oportunidade, então...
Que o Giacobo não seja reeleito;
Escrito por Dr. Di às 21h03
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O sortudo...
Da net (quase na íntegra):
"Um grupo de 200 pessoas ganhou 9.095 vezes em loterias da CEF (Caixa Econômica Federal) entre março de 1996 e fevereiro de 2002. Cada apostador desse grupo teve em média 45 bilhetes premiados --um número praticamente impossível de ser alcançado caso os jogadores não se dispusessem a gastar com apostas sempre muito mais do que ganhariam, segundo matemáticos ouvidos pela Folha. Ao todo, o grupo ficou com R$ 64,8 milhões."
"O deputado federal Francisco Garcia Rodrigues (PP-AM) e seu filho acertaram 43 vezes em 21 jogos diferentes entre os anos de 1996 e 2000 (cinco jogos do deputado, 16 de seu filho). O deputado Fernando Lucio Giacobo (PL-PR), 30, acertou 12 vezes em oito jogos num único e reduzido espaço de tempo: de 5 a 19 de junho de 1997. Levou ao todo R$ 134 mil."
fonte: http://www.democracia.com.br veja o texto na íntegra
Escrito por Dr. Di às 20h43
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Porque não a Gleisi?
Porque se você somar todo o tempo que ela teve em propaganda eleitoral (gratuita e não), verá que é tempo demais para saber somente que ela é mãe e que ela passou Super Bonder na boca. É simplesmente tempo demais para não ter uma proposta clara, por pior que fosse.
Mas não, ela gasta o dinheiro dela e o tempo do povo para mostrar aquele sorriso colado. Meu... parece até que quando ela chora o sorriso está lá, de orelha a orelha. Fico imaginando ela brava com o marido... pensa nessa mulher doente... Ela lá, na cama, com o soro no braço e com todos aqueles dentes na mesma pose da tv, do santinho e sabe-se lá de que mais. Por isso acho que ela não é boa pessoa. é claro, por ser petista.
Escrito por Dr. Di às 20h36
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tempo...
Semana de provas... Estou sem tempo para blogar um texto digno de ser lido. Espero não desesperar nem decepcionar ninguém.
Também espero:
Que o Lula não seja reeleito;
Que o Requião não seja reeleito;
Que a Gleisi não seja eleita;
Que o Arns não seja eleito;
Que o Giacobo não seja eleito;
Que o Frangão não seja eleito;
Que o Alfredo Kaefer não seja eleito;
Que o Palhares, digo, Paranhos, não seja eleito;
Que a Heloísa Helena não seja eleita...
e...
Que quem seja eleito não seja igual quem está no poder, que quem vote não seja influenciado por pesquisas ou por dentaduras, que as urnas não sejam adulteradas, que as boas idéias prevaleçam sobre o poder aquisitivo, que ninguém acredite que o Lula criou 8 milhões de empregos (claro que ninguém lembra da rotatividade ou do salário), espero que ninguém sofra por alguma denúncia, que ninguém seja ameaçado ou criticado pela sua opinião política (à excessão de quem está convicto de que aqueles da lista sejam os melhores)...
espero que venham mais empregos e menos presídios,
mais médicos e hospitais e menos ambulâncias,
mais investimentos e menos corrupção,
mais asfalto e menos prédios públicos (câmaras, prefeituras e secretarias),
mais ensino básico e médio e menos universidades,
mais universidades públicas e menos abandono daquelas que existem,
mais oportunidades e menos assistencialismo,
mais justiça e menos processos parados,
mais expediente na câmara e no senado e menos férias e sessões extraordinárias,
mais valor (por parte do presidente) para o Brasil e menos para FMI, ONU, etc...
mais visão política em 2008 e 2010 e menos peleguismo por parte dos eleitores,
mais democracia e menos... ISSO.
Escrito por Dr. Di às 21h43
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Os ofendidos...
Não quero blogar somente críticas à política e à sociedade. Também quero incorporar ao remedio uma dose de cultura. Sempre gostei de ouvir Skank (apesar de não conhecer as músicas devido devido à correria do dia a dia) - PAUSA. SEI QUE USO MUITAS CRASES, E SEI QUE MUITAS DELAS DEVEM ESTAR INCORRETAS, ENTÃO SE ALGUÉM QUISER ME CORRIGIR, SINTA-SE À VONTADE PARA COMENTAR CORREÇÕES GRAMATICAIS, COM AS QUAIS EU PROCURAREI EMPREGAR CORRETAMENTE A CRASE NOS PRÓXIMOS TEXTOS. FIM DA PAUSA.
Então, para fugir um pouco das críticas, eis uma música do cd Cosmotron (que é muito bom! Muito bom mesmo! E eu nem ganho nada, dinheiristicamente falando, para divulgar isso!).
A letra é do site letras.mus.br (ou letras.terra.com.br).
O cifras também é uma boa fonte de pesquisa (cifras.com.br)
Os Ofendidos
Skank
Composição: Cirilo
Os Ofendidos - (Samuel Rosa – Chico Amaral)
Na estrada de Pompéia me apareceu um velho Velhas roupas e chapéu e um olho cego Me perguntou o que havia de novo nesse mundo Eu disse guerra, crime, e ele: o mundo não me assusta O mundo só...
Numa viela em Corumbá me apareceu um índio Um cigarro em cada mão e um tênis só Me disse que era de uma tribo subindo o Paraguai Mas esta tribo já não há, e o mundo não me assusta O mundo só me insulta O mundo não me assusta, não O mundo só...
Vou deixar, vou deixar você pensar Que o tempo parou Vou dançar, vou dançar até chover Razões pra viver Morder o calcanhar do tempo Pro tempo correr
No fliperama do Sion me apareceu o anjo Olhos tristes e batom e uma ficha só Me perguntou se eu precisava de alguma coisa ali Eu disse sim, uma resposta, mas a pergunta me assusta Mas a pergunta...
Num trecho entre inferno e céu os dois tão absortos Torre, bispo, Diabo e Deus e um silêncio só Segui em frente e pude ouvir um fio de conversa Ele disse em claro som : o mundo não me assusta, não O mundo só me insulta O mundo não me assusta O mundo só...
Vou deixar, vou deixar você pensar Que o tempo parou Vou dançar, vou dançar até chover Razões pra viver Morder o calcanhar do tempo Pro tempo correr
O mundo não me assusta O mundo só me insulta(x3)
O mundo não me assusta O mundo só.
Escrito por Dr. Di às 21h45
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Como tratar visitas adequadamente...
Para compensar o tempo sem atualização, hoje vão duas mensagens.
Nesta, pretendo indicar o tratamento adequado para visitas (no meu ponto de vista).
Eu classifico as visitas em dois tipos: Os "políticos" (ou seja, aqueles que não fazem falta) e os "puros".
Os políticos te visitam por "estar de passagem" ou pra "dizer um oi". Esses chegam em sua casa quando você está fazendo uma coisa bacana (como sexo, tv, leitura, música ou vídeo game). Isso faz dessa espécie de visita os verdadeiros "empata-foda" (não me arrisco a procurar um plural para esse termo).
Os políticos devem ser evitados, apesar do tratamento tradicional, muitas vezes equivocado, ser parar tudo o que se está fazendo para "fazer sala". Ledo engano! Fazer sala significa enrolar a pessoa até ela se der conta de que você tem algo a mais para fazer. Se alguém não concordar, é só se manifestar em relação a isso!
Eu evito fazer sala, porque isso encurta o bom aproveitamento dos momentos bacanas da vida.
Na minha casa (talvez um dia eu consiga comprar ou alugar uma) espero receber o outro tipo de visita. Quando alguém "puro" vai à sua casa, você se sente à vontade para deixar a pessoa atacar a geladeira, mexer no computador e até mesmo dirigir seu carro. Isso é a tão esquecida "confiança".
Para esse tipo de visita não é necessário fazer sala. O "puro" procura você em qualquer cômodo da casa quando lhe convier um assunto relevante. Ele não fica falando do tempo, da organização da casa, dos móveis ou qualquer outra conversa de elevador. O "puro" deve sentir-se à vontade. A sua casa deve ser a segunda casa dele.
Eu acredito nisso porque eu me sinto muito bem na casa dos meus amigos que adotam essa tática. Isso me faz com que eu sinta que a minha presença é importante ali, não porque estão puxando assunto, mas porque evitam puxar assunto porque compreendem que às vezes o silêncio guarda a melhor conversa.
Fazer sala, para mim, significa informar o visitante que ele não é bem-vindo ali, ao menos naquele momento.
Espero que ninguém faça sala para mim, porque eu me sinto desconfortável e evito pisar no local novamente. Aos demais, que eu visito com frequência, muito obrigado por fazer com que eu me sinta importante!
Escrito por Dr. Di às 22h35
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Mais uma de político...

E lá ia eu aproveitar minha hora de almoço (mais do que isso, uma hora e dez minutos), quando mais uma figurinha política apareceu no meu caminho. Dessa vez foi o candidato a deputado federal, Alfredo Kaefer, grande empresário de Casca City, que resolveu interromper meu tempo na fila do bandeijão, que faz mais mal do que bem. Ali, o referido ser cumprimentava eleitores. Poucos metros além, via-se o vulto de uma Mitsubishi Pajero de propriedade do empresário em questão (nesse momento, vislumbrei naquela cena uma demonstração da humilde origem daquela pessoa e a justificativa de sua presença ali, interrompendo o tempo de folga da massa).
"O meu plano de governo será direcionado à educação. Será como um financiamento, onde todos terão acesso ao ensino superior, podendo pagar os estudos após a conclusão do curso."
Se ele encerrasse a conversa por ali, já teria feito meu dia mas, como ele prosseguiu, mereceu um post aqui no blog.é
"Imagine você, terminando uma faculdade de Engenharia: com o dinheiro de dois projetos você já pagaria a faculdade!"
Maravilhado com aquilo, escapei do inescrupuloso aperto de mão e exclamei: Mas de que adianta ter diploma e se não há trabalho? E de que adianta ter trabalho se o salário é incompatível com a função?
Falei isso porque o candidato emprega muita gente e eu já ouvi muito sobre a média salarial dos empregados dele, que não é das melhores. Mas não me arrependo do que eu disse, porque, por algum motivo, daquele momento até o fim da minha indigesta refeição, não consegui ouvir mais palavra alguma daquele homem.
O brasileiro precisa de outras coisas, mais importantes até que uma faculdade. Precisa do ensino básico, do trabalho e da renda digna.
"Essa gente precisa é de remédio."
Escrito por Dr. Di às 22h15
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E vem chumbo...

Pior que tomar remédio azedo é ter que ouvir discurso furado. O carinha da foto foi o remédio azedo do dia. O Governador do estado do paraná, Roberto Requião, candidato à reeleição, resolveu aparecer no perímetro.
Em pé, no palanque, discursando para quase mil trabalhadores (ansiosos por um mercado de trabalho mais receptivo) o indivíduo em questão simplesmente avacalha com a situação do pobre, pisando no calo dos trabalhadores: "Graças a mim, o piso salarial do Paraná é o maior do Brasil". Detalhe: mais da metade do público presente ganha por hora (o que não chega a quinhentos reais na conta no final do mês).
De que adianta aumentar o salário se o custo de vida é elevado?
"Por que eu estou distribuindo leite para as criancinhas, incentivando a pecuária". Bobagem! No mercado o litro de leite beira o R$1,50 e o pobre colono não recebe nem 30% disso. O dito cujo é tão sem noção que disse que recusou uma candidatura à presidência da república porque queria continuar o que tem feito pelo Paraná (e eu pensando que tinha sido por uma súbita revelação de que ele não teria um número de votos significativo ao mesmo tempo em que imaginava o que ele fez de bem pelo Paraná).
Mas o mais melhor de bão, da pior parte do meu dia, foi que um candidato a deputado, tremendo puxa-saco do partido, Sr. Paranhos (que pelas minhas contas já está há uns 10 anos na política regional), foi encabeçado tal qual o Materazzi (é assim que se escreve?) quando falou mal da irmã do Zidane: Nosso amigo governador disse que dá todo o apoio ao seu "grande amigo, Palhares" (aí deve ter acabado a carreira política do Palha... digo... Paranhos)
Aí vem um trabalhador e resmunga (ainda bem que ele não chamou o cara de palhaço, mas quase).
O triste é que, no final das contas, o cara que está com o dedo no gatilho (na foto) é o mesmo que lidera as pesquisas para governador.
Esse povo não tem remédio mesmo.
Escrito por Dr. Di às 19h59
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Remedio.zip.net
Contra gripe, tosse, dor-de-dente, virose, hiperatividade, obesidade, unha encravada, desânimo, hepatite, falta de apetite, miopia, anemia, amigdalite, conjuntivite, artrite, artrose, osteoporose, febre, dor-de-cotovelo, cachumba, catapora, mau hálito, sarampo, astigmatismo, insônia, sonolência, impaciência, impotência, hemorróida, náuseas, caspa, piolho, bicho-de-pé, trcicolo, hipertenção, dor-de-barriga, enxaqueca, diarréia, gonorréia, diabetes, gagueria, dor-de-garganta e chulé, esse site não vai te ajudar em nada. Mas aqui, buscarei publicar remédios para outros males, que geralemente só podem ser tratados a longo prazo, com a aplicação contínuas de palavras, bem ou mal articuladas.
Tudo isso para falar de um país que é dose. E que para aguentar tanta coisa, várias doses são necessárias.
Mais uma de uísque, por favor.
Escrito por Dr. Di às 22h13
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